sábado, 2 de fevereiro de 2013

Sendo Louca.

Postado por Chayanne Gonçalves às 07:39 0 comentários

Hey, eu amo vir aqui quando a mente não suporta mais sufocar tudo :)
Já disse como eu amo o amanhecer? Caramba, eu AMO!
Estava aqui sentindo aquele turbilhão de coisas que costumo sentir a essa hora da manhã, em que eu devia estar dormindo, só que não. Eu me pergunto se as vezes sou inconveniente por pensar tanto, ir no futuro e voltar, querer saber o que ou como eu faria algo, como eu reagiria em tal situação, eu amo as suposições e sou inimigas delas também. Elas são o incerto, o que minha mente faz com o incerto é horrendo e hilário, mas nunca posso evitá-las elas tem gostinho de futuro, e pra todos que tem esperança o futuro é sempre tentador.

Quero deixar escrito que é louco ser ligada a alguém por um sentimento.
Mas alguém que corresponde, alguém que prende, alguém que é tão diferente de você e faz tantas coisas iguais. Louco. Como você se sente mal quando rolam os desentendimentos e de repente estão fazendo piada, rindo, felizes. Louco. Como você está longe, e ficamos dizendo coisas amorosas, planejando viagens ao centro da terra e quando conseguimos nos unir é tão "comum" -e delicioso-, como se estivéssemos juntos a vida inteira sem nos separar nunca nunca nunca, e esquecemos metade das promessas feitas sob o delírio que a saudade causa. Louco. Como você nunca se sente só, até que a outra pessoa vá embora. Louco. Como você admirava o sono e o julgava como sendo a melhor coisa da vida, até que você tem o prazer de dividir a cama com alguém que tem as batidas do coração complementares ás suas batidas, fazendo com que uma musica silenciosa tome conta da sua alma e você sem perceber, dorme o sono mais tranquilo completo e incrível da sua vida. Louco. Quando a outra pessoa diz que teve um sonho e você espera pra ouvi-lo como se fosse o ultimo capitulo da novela, e no final das contas foi o sonho mais sem noção e coerência do mundo dos sonhos, e você sorri e acha lindo os devaneios que a pessoa pode ter até mesmo dormindo. Louco. Quando você ouve sobre uma tragédia e acaba tratando-a como mais um numero grande de pessoas mortas, até que a outra pessoa vem abalada e diz que está muito mal pelo que aconteceu, e toca seu lado mais humanista e sensível e te faz querer chorar por cada perda que aquelas famílias sofreram louco louco louco como isso te faz ser melhor. Louco. Como você acorda e manda mensagem, e quando aparece aquele ENVIADO você sabe que fez a coisa certa, e quando menos espera você tem uma mensagem na sua caixa de entrada, a conversa é a seguinte:

  • Bom dia, acordei agora e acho que ta na hora de você acordar também rs
  • Bom dia, acabei de acordar também, me liga?

É eu poupei vocês de toda a melequeira de apelidinhos e mimos desnecessários pra vocês que não fazem parte desse casal! Sei que são gratos. De nada. Eu só quero dizer que eu sou feliz, e agradeço a Deus todos os dias por eu ter o meu oposto idêntico a mim na minha vida, agradeço por me fazer mudar constantemente, e agradeço por... tudo? Rs sim por tudo!

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Quem nunca?

Postado por Chayanne Gonçalves às 12:12 0 comentários
Ps1: quem nunca deixou o blog sem atualizar por meses?
Ps2: quem nunca viveu um dia de pura nostalgia?

Pois é, eis aqui o tema! Pra terem noção estou postando de um computador que não uso a aproximadamente um ano, ou mais... Nem achei que ele ainda prestasse! (subestimei-o desculpe-me) Enfim estou tão nostálgica que minha visão agora é sépia (pra quem curte umas edições de fotos sabe do que eu to falando) é tipo uma utopia na minha mente quando fico assim, só lembro do belo e agradável, amém. Na verdade a muito minha nostalgia passa rapidamente pela família  vai para a escola no ensino médio, ai lembro de algumas viagens e piadinhas mas o que realmente fica é o amor. Ai da pano pra manga, eu invento textos, eu mando mensagens, encho o facebook, faço presentes e por ultimo quando não tem mais como colocar pra fora venho aqui, desabafar comigo mesma. Hoje interrompi uma leitura incrível pra escrever hahaha na verdade minha mente só pensa em uma palavra para descrever o que tenho vivido e sentido: FASCÍNIO! sim com ponto de exclamação e tudo mais... Me vi fascinada por Alex e Conner dois irmãos de um livro infanto-juvenil, por mousse, e pela minha melhor amiga. Quero então aproveitar o meu espaço que sempre me acolheu com muito amor e compressão para expor tudo que venho sentindo.  Quero dar uma de critica mesmo sabendo que não possuo formação para tal, mas acredito veementemente que somos livres para expressar opiniões inteligentes e principalmente criticar algo que você realmente conheça. E eu como sempre, me vi intima demais dos meus livros e sentimentos por tanto me sinto apta para critica-los. Mas nos posts acima hahahahaaha

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Subliminar

Postado por Chayanne Gonçalves às 05:58 0 comentários

As vezes me pego pensando sobre essa moda, essa mesma, o amor.
Nada mais triste que fazer o amor virar algo banal, principalmente aqueles que já o sentiram de forma intensa e verdadeira, é quase como um soco no estomago quando você não está esperando, até vem aquela vontade chorar junto. Como uma mesma pessoa é capaz de amar e amar e amar varias vezes, varias pessoas, eu creio que podemos amar sim mais de uma pessoa, e de formas diferentes, mas amar aquele amor mesmo, aquele que te fez amar intensamente e completamente, plenamente, bom, esse eu acredito com toda minha verdade que só se dá uma vez. E é espantoso olhar as pessoas jurando amor, enviando letras musicas, pegando frases de efeitos, criando textos pra um grande amor, e uns dias depois odiar essa pessoa e colocar todas as juras de amor pra outro ler, como se o amor fosse algo que podemos transferir, que podemos programar pra sentir igual, com outro. O sentimento do primeiro amor é o que deve permanecer, com sorte com fé e com vontade podemos cultivar um único amor, que você poderá encher a boca e levantar a cabeça pra dizer: meu único e verdadeiro amor. Sabe pra fazer sentido, você jurou amor,e acreditou no pra sempre, você prometeu uma vida juntos, e disse que nunca amaria alguém assim de novo, você disse que era único e eterno, honre o que diz, cuide desse amor, cultive a alegria, e saia da rotina, surpreenda, tente sempre ser o melhor, converse, apegue-se em detalhes bobos de pessoas apaixonadas, continue mandando as musicas, faça ele(a) se apaixonar por você de novo todos os dias, sonhem juntos, planejem e construam, realizem, façam acontecer, sejam dois em um, amem-se pra sempre, sejam verdadeiros. Confie, entregue-se, descubra, pergunte, questione, tenha calma, sinta, aproveite, ria, faça carinho, seja um amigo, seja a metade que falta, conquistem, e vivam, assim você vai saber que é pra sempre, e vai fazer durar pra sempre, acredite que pode ser pra sempre. Ame.

sábado, 11 de agosto de 2012

Martha Medeiros

Postado por Chayanne Gonçalves às 17:08 0 comentários
Existem duas dores de amor:

A primeira é quando a relação termina e a gente,
seg
uindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro,
com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva,
já que ainda estamos tão embrulhados na dor
que não conseguimos ver luz no fim do túnel.

A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.

A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços,
a dor de virar desimportante para o ser amado.
Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida:
a dor de abandonar o amor que sentíamos.
A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre,
sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também…

Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou.
Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém.
É que, sem se darem conta, não querem se desprender.
Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir,
lembrança de uma época bonita que foi vivida…
Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual
a gente se apega. Faz parte de nós.
Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis,
mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo,
que de certa maneira entranhou-se na gente,
e que só com muito esforço é possível alforriar.

É uma dor mais amena, quase imperceptível.
Talvez, por isso, costuma durar mais do que a ‘dor-de-cotovelo’
propriamente dita. É uma dor que nos confunde.
Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos
deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por
ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos,
que nos colocava dentro das estatísticas: “Eu amo, logo existo”.

Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo.
É o arremate de uma história que terminou,
externamente, sem nossa concordância,
mas que precisa também sair de dentro da gente…
E só então a gente poderá amar, de novo.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Ultima vez que me deixo levar...

Postado por Chayanne Gonçalves às 01:19 0 comentários
Meu Deus, eu fiquei completamente abalada.
Eu perdi a voz em alguns momentos.
A minha cabeça ainda ta girando.

Aquela voz, como eu vou apagar ela de mim?
Como eu faço pra ela ser só mais uma voz?
Eu devo ser doente, não devo ter cura.
Eu não queria, juro.

Depois de tanto tempo eu me senti em paz...
Eu me privei de um monte de palavras querendo sair
Eu calei tudo pra continuar ali.
Só pra continuar ali.

Eu lembrei de tudo, como pôde esquecer?

Aquela voz...
 

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