Não da pra iniciar essa avaliação pessoal sem antes dizer que Chris Colfer sempre será meu Kurt de Glee! Eu sempre peço ele de presente pras pessoas na esperança de que me tragam ele num potinho de vidro hahahahaha brincadeiras á parte, ele é um fofo e suas histórias não são diferentes!
O Livro em questão é: TERRA DE HISTÓRIAS - O FEITIÇO DO DESEJO
por: CHRIS COLFER
SPOILER
Devo dizer que sou fã de uma boa sinopse, por isso a SKY me irrita com aquelas três linhas que mal tem a ver com o filme exibido. Enfim, Chris foi muito lindo em escrever essa história, indo até o psíquico dos vilões, enchendo de aventura a vida de dois irmãos que hoje em dia depois da leitura eu sinto muita falta :( Por ser infanto-juvenil algumas coisas são bem previsíveis, ele não chama a atenção na livraria se não fosse a foto do Chris hahahahaaha o livro é uma delicia, divertido, com aventuras que parecem não ter mais fim! Os lindos da vez são dois irmãos gêmeos que acabam de perder o pai e mudar de casa, Conner o irmão popular, e Alex a excluída socialmente. Você se apega a Alex que sofre por ser nerd e que no meio do livro você a vê escalando a torre da Rapunzel só com a coragem, com pensamentos inconsequentes, fazendo amigos por onde passa, e você pensa: "quem te viu quem te vê hein Alex" e Conner sarcástico e cheio de inquietantes pensamentos práticos que surpreendem as vezes, corajoso e... ODEIA escola, e no meio do livro você o pega sentindo falta da mamãe e até da professora que o odeia. É muito interessante e te faz rir com o rumo que Chris dá aos contos de fadas, ele usou sua imaginação e fez o que deu na telha com seus personagens, o que é ótimo! Bom no final você fica com aquele gostinho de quero mais! e espero que tenha mesmo, eu quero muito saber se Alex pode continuar vivendo seu sonho sempre que quiser.
Eu poderia falar muito mais sobre ele, é encantador, mas to com preguiça! hahahaha
sábado, 2 de fevereiro de 2013
Sendo Louca.
Hey,
eu amo vir aqui quando a mente não suporta mais sufocar tudo :)
Estava
aqui sentindo aquele turbilhão de coisas que costumo sentir a essa hora da
manhã, em que eu devia estar dormindo, só que não. Eu me pergunto se as vezes
sou inconveniente por pensar tanto, ir no futuro e voltar, querer saber o que
ou como eu faria algo, como eu reagiria em tal situação, eu amo as suposições e
sou inimigas delas também. Elas são o incerto, o que minha mente faz com o
incerto é horrendo e hilário, mas nunca posso evitá-las elas tem gostinho de
futuro, e pra todos que tem esperança o futuro é sempre tentador.
Quero
deixar escrito que é louco ser ligada a alguém por um sentimento.
Mas
alguém que corresponde, alguém que prende, alguém que é tão diferente de você e
faz tantas coisas iguais. Louco. Como você se sente mal quando rolam os
desentendimentos e de repente estão fazendo piada, rindo, felizes. Louco. Como
você está longe, e ficamos dizendo coisas amorosas, planejando viagens ao
centro da terra e quando conseguimos nos unir é tão "comum" -e
delicioso-, como se estivéssemos juntos a vida inteira sem nos separar nunca
nunca nunca, e esquecemos metade das promessas feitas sob o delírio que a
saudade causa. Louco. Como você nunca se sente só, até que a outra pessoa vá
embora. Louco. Como você admirava o sono e o julgava como sendo a melhor coisa
da vida, até que você tem o prazer de dividir a cama com alguém que tem as
batidas do coração complementares ás suas batidas, fazendo com que uma musica
silenciosa tome conta da sua alma e você sem perceber, dorme o sono mais
tranquilo completo e incrível da sua vida. Louco. Quando a outra pessoa diz que
teve um sonho e você espera pra ouvi-lo como se fosse o ultimo capitulo da
novela, e no final das contas foi o sonho mais sem noção e coerência do mundo
dos sonhos, e você sorri e acha lindo os devaneios que a pessoa pode ter até
mesmo dormindo. Louco. Quando você ouve sobre uma tragédia e acaba tratando-a
como mais um numero grande de pessoas mortas, até que a outra pessoa vem
abalada e diz que está muito mal pelo que aconteceu, e toca seu lado mais
humanista e sensível e te faz querer chorar por cada perda que aquelas famílias
sofreram louco louco louco como isso te faz ser melhor. Louco. Como você acorda
e manda mensagem, e quando aparece aquele ENVIADO você sabe que fez a coisa
certa, e quando menos espera você tem uma mensagem na sua caixa de entrada, a
conversa é a seguinte:
- Bom dia, acordei agora e acho que ta na hora de você acordar também rs
- Bom dia, acabei de acordar também, me liga?
É
eu poupei vocês de toda a melequeira de apelidinhos e mimos desnecessários pra
vocês que não fazem parte desse casal! Sei que são gratos. De nada. Eu só quero
dizer que eu sou feliz, e agradeço a Deus todos os dias por eu ter o meu oposto
idêntico a mim na minha vida, agradeço por me fazer mudar constantemente, e
agradeço por... tudo? Rs sim por tudo!
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Quem nunca?
Ps1: quem nunca deixou o blog sem atualizar por meses?
Ps2: quem nunca viveu um dia de pura nostalgia?
Pois é, eis aqui o tema! Pra terem noção estou postando de um computador que não uso a aproximadamente um ano, ou mais... Nem achei que ele ainda prestasse! (subestimei-o desculpe-me) Enfim estou tão nostálgica que minha visão agora é sépia (pra quem curte umas edições de fotos sabe do que eu to falando) é tipo uma utopia na minha mente quando fico assim, só lembro do belo e agradável, amém. Na verdade a muito minha nostalgia passa rapidamente pela família vai para a escola no ensino médio, ai lembro de algumas viagens e piadinhas mas o que realmente fica é o amor. Ai da pano pra manga, eu invento textos, eu mando mensagens, encho o facebook, faço presentes e por ultimo quando não tem mais como colocar pra fora venho aqui, desabafar comigo mesma. Hoje interrompi uma leitura incrível pra escrever hahaha na verdade minha mente só pensa em uma palavra para descrever o que tenho vivido e sentido: FASCÍNIO! sim com ponto de exclamação e tudo mais... Me vi fascinada por Alex e Conner dois irmãos de um livro infanto-juvenil, por mousse, e pela minha melhor amiga. Quero então aproveitar o meu espaço que sempre me acolheu com muito amor e compressão para expor tudo que venho sentindo. Quero dar uma de critica mesmo sabendo que não possuo formação para tal, mas acredito veementemente que somos livres para expressar opiniões inteligentes e principalmente criticar algo que você realmente conheça. E eu como sempre, me vi intima demais dos meus livros e sentimentos por tanto me sinto apta para critica-los. Mas nos posts acima hahahahaaha
Ps2: quem nunca viveu um dia de pura nostalgia?
Pois é, eis aqui o tema! Pra terem noção estou postando de um computador que não uso a aproximadamente um ano, ou mais... Nem achei que ele ainda prestasse! (subestimei-o desculpe-me) Enfim estou tão nostálgica que minha visão agora é sépia (pra quem curte umas edições de fotos sabe do que eu to falando) é tipo uma utopia na minha mente quando fico assim, só lembro do belo e agradável, amém. Na verdade a muito minha nostalgia passa rapidamente pela família vai para a escola no ensino médio, ai lembro de algumas viagens e piadinhas mas o que realmente fica é o amor. Ai da pano pra manga, eu invento textos, eu mando mensagens, encho o facebook, faço presentes e por ultimo quando não tem mais como colocar pra fora venho aqui, desabafar comigo mesma. Hoje interrompi uma leitura incrível pra escrever hahaha na verdade minha mente só pensa em uma palavra para descrever o que tenho vivido e sentido: FASCÍNIO! sim com ponto de exclamação e tudo mais... Me vi fascinada por Alex e Conner dois irmãos de um livro infanto-juvenil, por mousse, e pela minha melhor amiga. Quero então aproveitar o meu espaço que sempre me acolheu com muito amor e compressão para expor tudo que venho sentindo. Quero dar uma de critica mesmo sabendo que não possuo formação para tal, mas acredito veementemente que somos livres para expressar opiniões inteligentes e principalmente criticar algo que você realmente conheça. E eu como sempre, me vi intima demais dos meus livros e sentimentos por tanto me sinto apta para critica-los. Mas nos posts acima hahahahaaha
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Subliminar
As vezes me pego pensando sobre essa moda, essa
mesma, o amor.
Nada mais triste que
fazer o amor virar algo banal, principalmente aqueles que já o sentiram de
forma intensa e verdadeira, é quase como um soco no estomago quando você não
está esperando, até vem aquela vontade chorar
junto. Como uma mesma pessoa é capaz de amar e amar e amar varias vezes, varias
pessoas, eu creio que podemos amar sim mais de uma pessoa, e de formas
diferentes, mas amar aquele amor mesmo, aquele que te fez amar intensamente e
completamente, plenamente, bom, esse eu acredito com toda minha verdade que só
se dá uma vez. E é espantoso olhar as
pessoas jurando amor, enviando letras musicas, pegando frases de efeitos,
criando textos pra um grande amor, e uns dias depois odiar essa pessoa e
colocar todas as juras de amor pra outro ler, como se o amor fosse algo que
podemos transferir, que podemos programar
pra sentir igual, com outro. O sentimento do primeiro amor é o que deve
permanecer, com sorte com fé e com vontade podemos cultivar um único amor, que
você poderá encher a boca e levantar a
cabeça pra dizer: meu único e verdadeiro amor. Sabe pra fazer sentido, você
jurou amor,e acreditou no pra sempre, você prometeu uma vida juntos, e disse
que nunca amaria alguém assim de novo, você disse que era único e eterno, honre
o que diz, cuide desse amor, cultive a alegria, e saia da rotina, surpreenda,
tente sempre ser o melhor, converse, apegue-se em detalhes bobos de pessoas apaixonadas, continue mandando as musicas,
faça ele(a) se apaixonar por você de novo todos os dias, sonhem juntos,
planejem e construam, realizem, façam acontecer, sejam dois em um, amem-se pra
sempre, sejam verdadeiros. Confie,
entregue-se, descubra, pergunte, questione, tenha calma, sinta, aproveite, ria,
faça carinho, seja um amigo, seja a metade que falta, conquistem, e vivam,
assim você vai saber que é pra sempre, e vai fazer durar pra sempre, acredite
que pode ser pra sempre. Ame.
sábado, 11 de agosto de 2012
Martha Medeiros
Existem duas dores de amor:
A primeira é quando a relação termina e a gente,
seg
uindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro,
com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva,
já que ainda estamos tão embrulhados na dor
que não conseguimos ver luz no fim do túnel.
A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços,
a dor de virar desimportante para o ser amado.
Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida:
a dor de abandonar o amor que sentíamos.
A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre,
sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também…
Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou.
Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém.
É que, sem se darem conta, não querem se desprender.
Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir,
lembrança de uma época bonita que foi vivida…
Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual
a gente se apega. Faz parte de nós.
Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis,
mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo,
que de certa maneira entranhou-se na gente,
e que só com muito esforço é possível alforriar.
É uma dor mais amena, quase imperceptível.
Talvez, por isso, costuma durar mais do que a ‘dor-de-cotovelo’
propriamente dita. É uma dor que nos confunde.
Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos
deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por
ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos,
que nos colocava dentro das estatísticas: “Eu amo, logo existo”.
Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo.
É o arremate de uma história que terminou,
externamente, sem nossa concordância,
mas que precisa também sair de dentro da gente…
E só então a gente poderá amar, de novo.
A primeira é quando a relação termina e a gente,
seg
uindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro,
com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva,
já que ainda estamos tão embrulhados na dor
que não conseguimos ver luz no fim do túnel.
A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços,
a dor de virar desimportante para o ser amado.
Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida:
a dor de abandonar o amor que sentíamos.
A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre,
sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também…
Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou.
Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém.
É que, sem se darem conta, não querem se desprender.
Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir,
lembrança de uma época bonita que foi vivida…
Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual
a gente se apega. Faz parte de nós.
Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis,
mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo,
que de certa maneira entranhou-se na gente,
e que só com muito esforço é possível alforriar.
É uma dor mais amena, quase imperceptível.
Talvez, por isso, costuma durar mais do que a ‘dor-de-cotovelo’
propriamente dita. É uma dor que nos confunde.
Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos
deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por
ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos,
que nos colocava dentro das estatísticas: “Eu amo, logo existo”.
Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo.
É o arremate de uma história que terminou,
externamente, sem nossa concordância,
mas que precisa também sair de dentro da gente…
E só então a gente poderá amar, de novo.
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