quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Subliminar

Postado por Chayanne Gonçalves às 05:58 0 comentários

As vezes me pego pensando sobre essa moda, essa mesma, o amor.
Nada mais triste que fazer o amor virar algo banal, principalmente aqueles que já o sentiram de forma intensa e verdadeira, é quase como um soco no estomago quando você não está esperando, até vem aquela vontade chorar junto. Como uma mesma pessoa é capaz de amar e amar e amar varias vezes, varias pessoas, eu creio que podemos amar sim mais de uma pessoa, e de formas diferentes, mas amar aquele amor mesmo, aquele que te fez amar intensamente e completamente, plenamente, bom, esse eu acredito com toda minha verdade que só se dá uma vez. E é espantoso olhar as pessoas jurando amor, enviando letras musicas, pegando frases de efeitos, criando textos pra um grande amor, e uns dias depois odiar essa pessoa e colocar todas as juras de amor pra outro ler, como se o amor fosse algo que podemos transferir, que podemos programar pra sentir igual, com outro. O sentimento do primeiro amor é o que deve permanecer, com sorte com fé e com vontade podemos cultivar um único amor, que você poderá encher a boca e levantar a cabeça pra dizer: meu único e verdadeiro amor. Sabe pra fazer sentido, você jurou amor,e acreditou no pra sempre, você prometeu uma vida juntos, e disse que nunca amaria alguém assim de novo, você disse que era único e eterno, honre o que diz, cuide desse amor, cultive a alegria, e saia da rotina, surpreenda, tente sempre ser o melhor, converse, apegue-se em detalhes bobos de pessoas apaixonadas, continue mandando as musicas, faça ele(a) se apaixonar por você de novo todos os dias, sonhem juntos, planejem e construam, realizem, façam acontecer, sejam dois em um, amem-se pra sempre, sejam verdadeiros. Confie, entregue-se, descubra, pergunte, questione, tenha calma, sinta, aproveite, ria, faça carinho, seja um amigo, seja a metade que falta, conquistem, e vivam, assim você vai saber que é pra sempre, e vai fazer durar pra sempre, acredite que pode ser pra sempre. Ame.

sábado, 11 de agosto de 2012

Martha Medeiros

Postado por Chayanne Gonçalves às 17:08 0 comentários
Existem duas dores de amor:

A primeira é quando a relação termina e a gente,
seg
uindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro,
com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva,
já que ainda estamos tão embrulhados na dor
que não conseguimos ver luz no fim do túnel.

A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.

A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços,
a dor de virar desimportante para o ser amado.
Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida:
a dor de abandonar o amor que sentíamos.
A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre,
sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também…

Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou.
Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém.
É que, sem se darem conta, não querem se desprender.
Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir,
lembrança de uma época bonita que foi vivida…
Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual
a gente se apega. Faz parte de nós.
Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis,
mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo,
que de certa maneira entranhou-se na gente,
e que só com muito esforço é possível alforriar.

É uma dor mais amena, quase imperceptível.
Talvez, por isso, costuma durar mais do que a ‘dor-de-cotovelo’
propriamente dita. É uma dor que nos confunde.
Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos
deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por
ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos,
que nos colocava dentro das estatísticas: “Eu amo, logo existo”.

Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo.
É o arremate de uma história que terminou,
externamente, sem nossa concordância,
mas que precisa também sair de dentro da gente…
E só então a gente poderá amar, de novo.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Ultima vez que me deixo levar...

Postado por Chayanne Gonçalves às 01:19 0 comentários
Meu Deus, eu fiquei completamente abalada.
Eu perdi a voz em alguns momentos.
A minha cabeça ainda ta girando.

Aquela voz, como eu vou apagar ela de mim?
Como eu faço pra ela ser só mais uma voz?
Eu devo ser doente, não devo ter cura.
Eu não queria, juro.

Depois de tanto tempo eu me senti em paz...
Eu me privei de um monte de palavras querendo sair
Eu calei tudo pra continuar ali.
Só pra continuar ali.

Eu lembrei de tudo, como pôde esquecer?

Aquela voz...

Ta complicado

Postado por Chayanne Gonçalves às 01:17 0 comentários
Alguém que finalmente dê valor as suas lagrimas e traga sorrisos.
Porque na boa, não existe relação nenhuma, nem de amor nem de amizade nem de nada, quando existem duas pessoas e uma delas só pensa no próprio bem estar. Eu espero que Deus ilumine seus caminhos e te mostre como suas atitudes podem destruir as pessoas. E principalmente: que você se importe quando descobrir.

Não dá, né produção!?

Postado por Chayanne Gonçalves às 01:12 0 comentários
Na boa, com maquiagem até que sirvo pra chamar de bonitinha \o/
ultimamente minha auto-estima foi embora junto com os sorrisos espontâneos.
Mas isso ai, é só porque você acha que são duas pessoas sentindo juntas, quando na real #NOT
não tem outra pessoa sentindo nada junto. Quando numa lista de prioridades te colocam abaixo de
mais ou menos 5 itens, isso quer dizer que você não será prioridade nem que a vaca dê toddy. Aiai é uma pena, porque no potencial dessa história não cabia um final tão infeliz, se o contato existe é só pela ilusão de uma coisa que não voltará. Meu defeito sempre foi esse: Não conseguir desistir. Pois é... Foda. MAS eu já entendi que não adianta nada esquecer de sorrir enquanto as pessoas saem e dão gargalhadas com suas melhores amigas. Agora já deu, por mais que seja difícil no meu mundo desistir de algo, eu to oficialmente desistindo.
A gente descobre quem saiu perdendo com o tempo.
 

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